Adquira o calendário Como Nus Sentimos 2017

 

À venda pela internet e na Praça do Ciclista, em São Paulo, a segunda edição do material tem sua renda revertida para projetos de acessibilidade para deficientes visuais

Doze imagens de pessoas que se locomovem de forma ativa e sua nudez compõe a segunda edição do calendário Como Nus Sentimos 2017, que denuncia a  fragilidade de quem se desloca com sua própria força pelas cidades. Esta edição do material já pode ser adquirida pela internet, (pedidos pelo e-mail contato@ciclobr.org.br ou pela página do Instituto CicloBR no facebook) com entrega por todo o país, ou aos domingos na Praça do Ciclista, em São Paulo.

Assista o making off

 

A produção do material do Instituto CicloBR contou com 12 sessões de fotos (uma relativa a cada mês do ano) e mais de 15 modelos fotografados, entre mulheres, homens, jovens, idosos, uma mulher grávida e uma família inteira. Cada unidade será vendida por R$10,00, e o valor arrecadado será revertido na compra de bicicletas Tandem (para duas pessoas), que atenderão projetos de acessibilidade para deficientes visuais.

            

 

O projeto é coordenado pelo produtor audiovisual Jose Renato Bergo, que durante o lançamento enfatizou que as fotos dialogam com a invisibilidade dos ciclistas no meio urbano; o tema da mobilidade (virtual e física) e as diversidades social e de gênero de quem pedala. O desafio de levantar um time de profissionais e voluntários da cena ciclística para representar este conceito está estampado no resultado inovador do calendário.”, conclui Bergo.

                                                

Sobre @s modelos

Janeiro - DOGS SELVAGENS

Wagneta e Pulguinha, ou Wagner e Luciano, são dois legítimos representantes de um esporte sobre bici que é puro punch e equilíbrio. Pulga é frame builder e faz magrelas que dificilmente serão trocadas, ainda mais depois que uma delas te conquista. Wagner é barista e tira um café com a mesma destreza que ganha campeonatos: fácil. Estilo de vida, fissura ou vício, o Bike Polo é paixão eterna que cola na pele e não te larga mais.

Fevereiro - CARLA E LUISA MORAES

Para esta geóloga, os caminhos da cidade são mapas topográficos que ela conhece ao pedalar sua aro 26" Perola Negra" por aí. Agora um outro volume cresce em seu abdômen. Grávida, não abdicou de pedalar até os 7 meses de gestação porque tem "certeza que a bike jamais sairá da minha vida", assim como a pequena Luisa, que já vem pedalando.

Março - GOVINDA LILAMRTA

Esta mulher carrega uma leveza impar sobre sua barra forte. Flui bem entre as demandas de personal chef da culinária indiana e as da mãe de duas meninas pré adolescentes como se estivesse no pedal descobrindo a cidade e suas cores. Sinaliza que assim sente-se "fazendo parte - que a cidade também é minha."

Quem vai duvidar?

Abril - GIULIANA POMPEU

O prazer de escrever e andar de bici inaugurou em Giuliana uma vibrante maturidade em sua juventude. Estuda os perfis de gênero e busca equidade nas relações de vida. Jornalista e Bike Repórter, mescla o trabalho de produção de conteúdo jornalístico com o cicloativismo. Filosofa que as "ladeiras são a prova de que tudo é finito".

Maio - GIL SOTERO

Gil é foda. Jornalista, militante LGBT e articulador de projetos culturais e ciclísticos em Minas, por vezes rompe o preconceito com sua força natural em reivindicar o espaço dos tabus. Baiano viajado, possui uma dezena de bicis para rodar no asfalto. "Pedalar é viver", decreta.

Junho - PELOTÃO DAS MINAS

Vanessa, Marina e Renata do Pelotão das Minas. Sem brincadeira, perto delas qualquer um fica para trás se não "viver, amar e sorrir" ao pedalar. Para elas o pedal é sério como a liberdade e o prazer em treinar longas distâncias nas montanhas e nos campos. A natureza cruzando rápido o caminho fez deste grupo um exemplo de empoderamento feminino e "uma forma nova de respirar".

Julho - ANA PAULA TAVARES

Ana - como não admirar o que representa e o que faz!? Vênus, sua regente intuitiva, lança energia no trabalho de restauradora e na vida cotidiana de ciclista nas ruas da cidade. Por opção pensada, sustentável, saudável e liberdade escolheu a bico: "Não existe um caminho para a felicidade. A felicidade é o caminho", nos ventila.

Agosto - SAMIR PEREIRA

Samir representa o espontâneo do pedal. Não se inibe com as condições que lhe são oferecidas e pedala por toda cidade para se deslocar. Diverte a si mesmo e aos outros consertando bicicletas na Ciclofaixa de lazer de São Paulo. "Meu ativismo é diário, uso a bici para ocupar na rua um espaço que também é meu."

Setembro - LUH PIMENTA

Luh é representante de todos. Jovem, madura, brincalhona, caçula! Ela representa a espontaneidade e a integração que os ciclistas propõem. Vive a cidade e os amigos de modo simples, seja em uma Massa Crítica ou em um pedal de 120km. Você já se apaixona de largada por ela e sua indefectível Extra Light, uma bicicleta aro 20 que parece ter saído de um filme de ficção. Luh é Pimenta.

Outubro - VERA PENTEADO

Vera é simplesmente sensacional. Nos ensina de modo simples que enquanto estivermos vibrando, nada nos distancia de nós mesmos. Cores, paixão, intensidade e alegria - você vai identificar tudo isto logo na primeira volta com ela. Designer, instrutora para 3a idade e ativista horizontal, Vera participa de inúmeros projetos que possam levar mais pessoas a pedalar. “Pedalar com os amigos é incrível, porque a gente sabe que existe um grau de solidariedade imensurável".

Novenbro - LUCIANA TRINDADE

Lu é um destes exemplos que não vai sair do seu imaginário, nem que queira. Linda, leve, exemplar de dinamismo e gentileza. Faz do teatro uma paixão que leva para todo lado. É conselheira do Conselho Municipal de Trânsito e Transporte (CMTT), vive no centro e desloca-se pelas ciclovias que romperam paradigmas na capital paulista. Lu voa.

Dezembro - ALEX, OCIMARA E JOAQUIM GOMES

A arte e a bici são mais que fronteiras para Alex. Historiador e colunista sobre o tema não cancelam seus sonhos por qualquer desvio. Casado com a jornalista Ocimara criam o recém-chegado Joaquim filho recém chegado com o cuidado de se amar a vida sobre uma bicicleta. Já sacou que "Pedalar é transformar os caminhos em destinos".

 

Tod@s modelos são voluntári@s. As fotos foram realizadas no Studio Bala, pela fotógrafa Julieta Benoit e seu parceiro EduZaL.




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